Pelizaro aborda emendas ao terceiro setor, falta de moradias populares e repudia violência política

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14 de abril de 2026

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Durante a Sessão Ordinária nº 11 de 2026, realizada na manhã desta terça-feira, 14 de abril, o vereador Gilson Pelizaro (PT) utilizou a tribuna para tratar de temas relacionados às emendas impositivas, habitação popular e segurança política.

Emendas ao terceiro setor

Inicialmente, o parlamentar comentou a reunião com entidades realizada na Câmara no dia anterior, organizada pelo vereador Walker Bombeiro da Libras (PL).

Ele relembrou que, no ano passado, foram promovidas ações em parceria com o Executivo para facilitar o acesso das entidades aos recursos, incluindo encontros e a elaboração de uma cartilha orientativa.

No entanto, mesmo com as orientações, várias entidades tiveram dificuldades em receber as emendas neste ano. Ao abordar a questão, Gilson destacou a necessidade de revisão técnica das propostas. “Nós temos que aproveitar o máximo possível do tempo que nós temos, focar naquilo que foi apontado, discutir com o Executivo, se for o caso, pontualmente emenda por emenda”. 

Em seguida, dirigiu-se à participante que havia se manifestado anteriormente na tribuna sobre o tema. “Nós vamos ter a oportunidade de fazer os questionamentos ao Executivo. Nós estamos em um processo de formulação, de iniciação para fazer com que a coisa funcione. Pelo menos eu estou entendendo que há uma boa intenção de ambas as partes”.

O vereador também esclareceu que, em seu caso, as emendas reprovadas apresentaram inconsistências nos planos de trabalho. “Não foi por nenhuma falha do meu analista, não foi nenhuma falha da Câmara Municipal”. 

Ele acrescentou que pretende atuar diretamente junto às entidades para adequação. “Eu vou procurar uma por uma das entidades, para realizar a correção e retomar as emendas”. Ao final do tema, reforçou seu posicionamento. “Estou à disposição do terceiro setor, das entidades, vamos negociar aquilo que for possível junto ao Executivo”.

Habitação popular

Na sequência, Gilson tratou da questão habitacional no município, questionando a predominância de interesses de mercado na construção de moradias e a ausência de foco social. Ele mencionou que, após o encerramento da PROHAB, houve perda de direcionamento para projetos de habitação popular.

Como exemplo, citou uma área na região do Santa Cruz que, segundo ele, seria destinada à construção de moradias, mas será utilizada para implantação de um espaço de lazer. “Agora, perder quase 280 apartamentos, se não me engano, e não fazer habitação numa cidade que bate 20 mil de déficit habitacional, não”.

Violência política

Por fim, o vereador abordou um episódio de violência política ocorrido em Ribeirão Preto, envolvendo ataque à sede do PT. Ele solicitou a atuação das autoridades para apuração do caso. 

“Nós queremos aqui que as autoridades, a polícia civil, a polícia militar, as autoridades de segurança, o secretário estadual de Segurança tomem providências para identificar o autor dessa barbaridade”. 

Em complemento, afirmou: “Uma afronta à democracia do Brasil. A sede de um partido político é um local onde são discutidas políticas públicas, coisas de interesse da sociedade. É muito grave a sede de um partido político ser atacada dessa forma”.

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