Pelizaro critica descaso com piscina pública e sugere programa federal como alternativa para crise hospitalar

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01 de julho de 2025

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Temas importantes foram destacados pelo vereador Gilson Pelizaro (PT) durante o uso da Tribuna, na manhã desta terça-feira (1), durante a 26ª Sessão Ordinária realizada no Plenário da Câmara Municipal de Franca.

Piscina Poliesportivo

Logo no início de sua fala, o parlamentar criticou o abandono da piscina do Conjunto Poliesportivo, constatado em visita oficial. “Encontramos a piscina suja porque não há sistema de filtragem. Já faz quase um mês que ninguém entra na água”, relatou.

Pelizaro lembrou que o local recebeu investimentos superiores a R$ 1 milhão para sua reativação, incluindo recursos provenientes de emendas parlamentares, com apoio de deputados articulados por vereadores.

“Veja se isso não é um problema de planejamento. Estão faltando motores, e sabe quanto custa para consertar? R$ 2,5 mil. E nada é resolvido. Comprar três motores reserva custaria apenas R$ 10 mil. O prejuízo é da população: primeiro porque precisa pagar novamente pelo reparo, depois porque fica sem o uso do equipamento”, criticou o vereador. “Isso prejudica muita gente. Não dá para aceitar que a situação continue assim.”

Mais Especialistas

Outro assunto abordado foi o programa Mais Especialistas, lançado pelo Governo Federal. Pelizaro destacou o potencial da iniciativa, comparando-a ao PROUNI, e explicou que o programa permitirá que instituições privadas e filantrópicas quitem dívidas tributárias com a União por meio da prestação de serviços de saúde.

“Um dos objetivos é reduzir o tempo entre a realização de exames e os procedimentos, como cirurgias, por exemplo. Isso pode trazer inúmeros benefícios para a população”, pontuou.

O vereador também chamou atenção para a realidade enfrentada por pacientes que aguardam leitos hospitalares e citou como exemplo três ambulâncias do SAMU estacionadas em frente à Santa Casa de Franca com pacientes em estado grave aguardando a chamada vaga zero – quando o atendimento é urgente e não pode mais esperar.

“Nós temos instituições na cidade e vou buscar mais informações para entender como o programa funciona na prática. Quero saber se essas entidades têm créditos tributários junto ao governo para que possamos usar esse benefício e diminuir o sofrimento das pessoas”, finalizou Pelizaro.

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