A cidade de Franca está entre os palcos da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a Copinha, considerada a maior competição de base do país. O torneio reúne jovens talentos do futebol brasileiro e movimenta o município, fortalecendo o esporte, incentivando a formação de atletas e promovendo a integração entre clubes, torcedores e a comunidade local.


A realização da Copinha reforça o compromisso do município com o esporte como ferramenta de inclusão e desenvolvimento. A cidade se mobiliza: comerciantes empolgados, torcedores eufóricos e um clima de festa que marca o início da temporada do futebol brasileiro.

Além de revelar talentos, a competição movimenta a economia dentro e fora de campo. “A melhor coisa que acontece em Franca é isso. Se tivesse duas vezes por ano, seria ainda melhor”, afirmou o comerciante Marcos Alexandre. “É muito bom ter essa Copinha aqui em Franca. Isso traz renda para o clube e visibilidade”, reforçou o torcedor Ronilson Moreira, que acompanhava o amigo Isaías Marques. Ele destacou a competição como uma vitrine para os jovens atletas. “É muito importante, é desenvolvimento. São meninos da base que terão oportunidades e serão vistos por todo o Brasil”, completou.


Com 128 equipes divididas em 32 sedes, a Copa São Paulo tem capacidade de projetar uma cidade nacionalmente, fortalecer o futebol de base e acolher jovens atletas e suas famílias. “Realmente, o francano é apaixonado pela Francana. Isso movimenta a economia da cidade. É um torneio apoiado e financiado, como sede, pela Prefeitura Municipal de Franca, com o apoio da Câmara Municipal. Nós apoiamos o esporte em Franca, especialmente a Francana, o futebol profissional, o amador e as categorias de base, inclusive dos bairros”, destacou o vereador Fransérgio Garcia (PL). Ele ainda ressaltou: “Bares ao redor ficam lotados, barracas, pessoas trabalhando. O esporte movimenta a economia historicamente, não só aqui em Franca, mas em várias cidades do Brasil”.

Até mesmo para quem está acostumado com a cobertura esportiva, a disputa da Copinha na cidade é um marco. “O Brasil inteiro viu os jogos aqui em Franca. Esse engajamento da Francana e da Prefeitura é fundamental. Tomara que, nos próximos anos, a cidade continue trazendo a Copinha”, disse o locutor Jovassi Corrêa Dias.

Ao todo, a Copinha reúne mais de 4 mil garotos, cada um com sua história de vida, sotaques diferentes, mas todos com um sonho em comum: se tornar jogador profissional. “Minhas expectativas são as melhores possíveis. Estamos fazendo uma boa competição. A ideia é avançar de fase, ganhar mais experiência e, se Deus quiser, compor a Francana na Série A3”, afirmou o zagueiro Júlio Miranda.

“Para mim, é muito importante, porque é o time da minha cidade. Ver o estádio lotado e todo mundo apoiando é muito gratificante. É o reconhecimento do trabalho que estamos fazendo”, completou Gabriel Nascimento, atleta da base da Francana.

Para alguns, antes de ir longe no futebol, é preciso percorrer grandes distâncias. É o caso dos atletas do Esporte Clube de Patos, da Paraíba. Da terra natal até Franca, foram quase 2.400 quilômetros de viagem, dedicação e perseverança.

“Grato a Deus pela oportunidade e ao esporte por proporcionar isso. Com muito trabalho, conseguimos a vaga na Copinha”, disse o goleiro Bruno.
“A gente trabalha muito por essas oportunidades. É o sonho de muitos meninos da base”, afirmou Carlinhos, capitão da equipe.


Conhecida como a principal porta de entrada para o futebol profissional, a Copinha garante, todos os anos, visibilidade, experiência e a chance de os jovens atletas darem os primeiros passos rumo a uma carreira nos grandes clubes do país.
“Pela visibilidade e pelos times que vêm até Franca, é uma grande vitrine. Demonstramos dentro de campo a vontade que temos”, disse Lucas Bahia, treinador da Francana.

A Copa São Paulo vai além dos resultados nos gramados. Para os atletas, é uma vitrine; para a cidade, a oportunidade de integrar uma competição que já revelou grandes nomes do futebol brasileiro, hoje destaques da seleção brasileira, como Neymar, Vini Jr. e o francano Estêvão, atualmente defendendo o Chelsea, da Inglaterra.
“Trouxemos atletas sub-15 e sub-17, uma equipe muito jovem. Às vezes o resultado pesa, mas dentro do processo formativo estamos obtendo as respostas que precisamos para dar continuidade ao projeto”, avaliou Gustavo Silva, diretor da base do Barra-SC.

Ao sediar a Copinha, Franca reafirma sua identidade esportiva, fortalece o futebol de base e se conecta a um dos capítulos mais importantes da história do futebol brasileiro.

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