Fransergio defende debate amplo sobre mudanças no atendimento do CEI
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14 de janeiro de 2025
Em fala na Tribuna na manhã desta terça-feira, 14 de janeiro, o vereador Fransergio Garcia defendeu mais apoio e investimentos em projetos que promovam a inclusão e atendimento de pessoas portadoras de deficiência. ‘Sou pai de uma criança autista e esse foi um dos principais motivos para entrar na vida pública’ disse.
O auditório da OAB de Franca ficou lotado com a participação de representantes do Centro de Educação Integrada (CEI) que se manifestaram sobre as propostas de mudanças no atendimento às pessoas com deficiência intelectual e múltiplas a partir dos 16 anos.
‘Estou aqui para fazer valer o direito das pessoas e fui eleito para isso!’ enfatizou o vereador.
O legislador comentou sobre reunião que participou no gabinete do prefeito sobre as propostas previstas no projeto encaminhado a Casa de Leis.
‘É óbvio que nós não vamos aprovar nada nessa Câmara sem antes estudar. E um projeto desse tamanho e que vai impactar diretamente na vida das pessoas vamos estudar melhor o projeto’ ressaltou.
Fransergio defendeu o debate e mais transparência em relação as propostas feitas pelo Poder Executivo.
‘O prefeito nos garantiu que nenhuma das 190 crianças vai perder o atendimento. O que está acontecendo segundo o prefeito é que houve uma denúncia no Ministério Público que o CEI não pode fazer parte da Secretaria de Educação. Mas são 30 anos de atividades e por que isso não foi contestado antes?’ questionou.
Ele acrescentou ‘se realmente isso tiver que ser feito, é por uma questão de atendimento da lei. Mas antes, vamos chamar o Ministério Público, estudar o projeto. Uma coisa posso garantir a todos vocês, as crianças não perderão o direito que tem’
O parlamentar sugeriu o aprofundamento nas propostas sugeridas ‘nós precisamos de vocês, vamos ouvir o Ministério Público, já ouvimos o prefeito, e não podemos levar esse projeto para a votação sem que tenha o debate’
‘E se tiver que reformular vamos estudar para que tenha o menor impacto para as pessoas com deficiência’ concluiu.