Vereadores na Tribuna – 16/07/2019

Vereadores acompanham a Ordem do Dia da 24ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Franca

Confira abaixo um resumo do discurso de cada um dos vereadores que usaram a Tribuna no Expediente da 23ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Franca, que ocorreu na manhã de hoje, 10.

 

1) Pastor Otávio cobra doação de terreno e coibição de cerol e linha chilena

 

No início do seu discurso, o vereador Pastor Otávio Pinheiro (PTB) comentou sobre a possibilidade de o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo devolver ao município o terreno na Avenida São Vicente, onde seria construída a Cidade Judiciária. No entanto, dez anos após a desapropriação, nenhuma obra foi realizada. “Repetidas vezes, realizei audiências no Tribunal para cobrar um posicionamento. Na última, me disseram que o órgão não tem pressa de realizar a obra”, esclareceu.

O parlamentar também contou que solicitou uma reunião no Ministério Público para discutir, juntamente com outros órgãos (como forças policiais, Conselho Tutelar e a própria Câmara), a coibição do uso do cerol e da linha chilena (veja mais aqui: https://franca.sp.leg.br/noticias/2019/05/camara-aprova-proibicao-de-linha-chilena-e-adia-outorga). A data do encontro ainda será marcada. Pastor Otávio também comentou sobre a demora da retirada de cateteres em pacientes com pedras nos rins. “O certo seria manter o cateter por no máximo quatro meses, mas há pacientes com o mesmo tubo há um ano. Vamos buscar recursos para fazer um mutirão: são 300 pacientes na fila com pedras nos rins e, desses, 75 possuem cateter”, informou. Pastor Otávio terminou seu discurso na Tribuna afirmando que busca melhorias para o Residencial Copacabana, como novos horários de ônibus e divulgação do CEP e nome de ruas em contas.

 

2) Della Motta cobra providências quanto a centralização de serviços emergenciais

 

O vereador Della Motta (Podemos) questionou na Tribuna anúncio do governo estadual quanto a uma futura centralização no atendimento de serviços de emergência, como Bombeiros, SAMU e guardas civis municipais. “Não tem que preparar uma estrutura primeiro? Daqui a pouco perderemos todos os atendimentos, é muito preocupante isso. A medida gerará economia, mas qual será a contrapartida? Os serviços chegarão com rapidez? Essa é a minha pergunta e cobrança”, indagou.

O parlamentar também criticou a nova empresa vencedora de licitação da Prefeitura, responsável pela manutenção de copiadoras e impressoras. Segundo Della Motta, máquinas que estragam demoram “uma eternidade” para serem devolvidas. “O servidor não pode ficar sem equipamento, porque quem é prejudicado é a população”, opinou. Ele finalizou sua fala prestando contas do que ele e o vereador Kaká (PSDB) realizaram entre fevereiro e julho deste ano: foram 37 visitas, 198 requerimentos, 209 indicações e quatro projetos de lei.

 

3) Cristina Vitorino elogia atendimento da Secretaria Municipal de Saúde

 

A vereadora Cristina Vitorino (PRB) utilizou seu tempo na Tribuna para relatar um atendimento de saúde intermediado por ela no último fim de semana. “Quando visitei uma casa, encontrei um senhor acamado, com câncer no estômago. Fiquei muito chocada”, narrou, acrescentando que buscou informações sobre o caso na Secretaria Municipal de Saúde, mas não as encontrou.

Contudo, Cristina acionou posteriormente o secretário da pasta, José Conrado Netto. “Estou aqui para agradecer o secretário, que prontamente deu uma resposta e encaminhou uma equipe à residência. A família e o senhor estão sendo assistidos, um agente comunitário visita diariamente a família. Isso é muito importante, precisamos nos comunicar”, comentou. A vereadora finalizou seu discurso pedindo um tratamento mais humanizado à população e parabenizando o trabalho de Netto e de toda a equipe da Secretaria de Saúde.

 

4) Adérmis Marini questiona Prefeitura sobre corte de horas extras

 

Durante a sua fala na Tribuna, o vereador Adérmis Marini (PSDB) questionou um decreto do prefeito Gilson de Souza (DEM), publicado no Diário Oficial na última sexta-feira, 12, referente a racionalização de horas extras entre os servidores. “Olha a falta de gestão da atual administração. O atendimento ficou prejudicado na sexta nos prontos-socorros e UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Um idoso de 83 anos teve o atendimento prejudicado. Foram tomadas decisões equivocadas”, denunciou.

Adérmis disse que acionou, no início da madrugada, o secretário municipal de Saúde, José Conrado Netto, o qual tentou reverter a situação. No sábado, um novo decreto estabeleceu regras especiais de racionalização de horas extras para o setor da saúde e o atendimento médico foi normalizado. Em aparte, o vereador Nirley de Souza (PP) esclareceu que, na sexta-feira, nenhum munícipe ficou sem atendimento. “Por que a Prefeitura corta horas extras na saúde mas não em propagandas e cargos comissionados? Eu e os vereadores Marco Garcia (Cidadania), Kaká (PSDB) e Della Motta (Podemos) iremos protocolar requerimento convocando a secretária de Finanças, Tania Bertholino, para prestar esclarecimentos na Câmara. Precisamos saber a real situação das finanças do município de Franca”, finalizou Adérmis.

 

O discurso dos vereadores pode ser conferido na íntegra pelo Youtube através do link: https://youtu.be/5FKnB0Abqj0?t=1028

(Comunicação Institucional Câmara)